O irrevelável que se revela em “Revelação”, de Orides Fontela, por Francisco Gomes
A cartografia da falha e o desgaste da memória em “Ponto cego”, de Manoel Ricardo de Lima, por Francisco Gomes
A epifania do que desaparece em “1. 193”, soneto de Bruno Tolentino, por Francisco Gomes
Entre a serenidade da matéria e a inquietação da alma em “Transcendência”, de Alexei Bueno, por Francisco Gomes
A arquitetura da saudade e a luz ausente em “Na ausência deste sol”, de Mateus Ma’ch’adö, por Francisco Gomes
A anatomia da ferida e a expansão do trauma em “Contusão”, de Sylvia Plath, por Francisco Gomes
A paisagem da ausência e o tempo dos que partiram em “Ausentes”, de Paulo Tabatinga, por Francisco Gomes
A memória da origem e o silêncio da poesia em “Legenda”, de Mário Faustino, por Francisco Gomes

A memória como matéria do outro em “Em mim, todos os outros”, de Giancarla Francovig Peralta Ceravolo, por Francisco Gomes
A tessitura da memória e a delicadeza da impermanência em “Em meu quarto teço o vento”, de Mía Gallegos, por Francisco Gomes